terça-feira, 6 de maio de 2008

A Novidade!

Falo aqui sobre o novo, sobre o corajoso, sobre o instantâneo e forte! É preciso ser forte, é preciso reconhecer suas forças para finalizar e, principalmente, re-começar. Falo aqui sobre um novo começo, sobre novas idéias, sobre esquecer o que está embaixo da pedra, que eu mesma pus, e começar a construir novas coisas. Falo aqui sobre um ser que se procura todos os dias e só agora quer se achar realmente. O medo bate à porta de todos, mas é só ter como companheira aquela coragem que tem como sobrenome vontade e como nome de Pai: fé.
A mente repleta de paz e alegria, de amor e fantasia e de luz, muita luz e cor. ando por aí derramndo minhas cores e alimentando meus olhos com as cores do mundo. Olha, isso tudo é uma delícia!

Tenho para mim que sempre que penso sobre um assunto específico uma borboleta surge, atravessa meu caminho. Porém, eu nunca sei dizer ao certo que assunto é esse, pois sempre me distraio com ela e páro de pensar. Hoje não foi diferente.(Nesses últimos dias tenho sido muito silenciosa, até minha mente silencia). Quando estava na cozinha perdendo-me em pensamentos (que obviamente não sei quais são) olhei para cima e vi o desenho de uma."Se isso for um desenho eu caio dura aqui". Ela não poderia estar viva, parecia estar grudada no teto, não havia espaço o suficiente para um corpinho. Pensei : "Ela deve estar presa em alguma teia de aranha que não consigo enxergar". Lá fui eu pegar qualquer objeto para poder tirá-la da teia. Peguei uma cadeira e subi, mas mesmo assim ainda estava meio longe do teto. Estiquei meu braço direito (meus braços são bem longos) o máximo que pude e, quase caindo da cadeira, apoiei-me na ponta dos pés. Alcancei-a e num primeiro toque nada aconteceu. Toquei a asa por baixo para tentar desgrudá-la de sabe-se lá o quê. " Céus!!!" Ela saiu voando desesperada e quase nem estava na cozinha mais, tamanho o susto! " Borboleta do céu, você me assustou pra valer!!!" Eu ficava repetindo e rindo. Saber que uma borboleta entrara na minha cozinha me deixava demasiadamente feliz. Adoro borboletas! De hora em hora vou lá vê-la acoplada à luminária e rio. Cena bem engraçada. De salvadora da pátria queria ser salva por qualquer pátria quando ela voôu!

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